Entre telas e botões
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 8 de dezembro de 2012
Um tempinho sem postar nada (na verdade um tempão) mas tive que postar esse texto!
O medo do Amor
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros
medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a
não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas
absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente
sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo. Martha Medeiro
sábado, 23 de junho de 2012
We can change the world!
É por isso que eu volto a dizer que precisamos de mudanças no sistema de educação. Só com uma melhor educação poderemos mudar o mundo!
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Precisamos de mudanças!
Realmente esse mundo não é um
mundo justo, enquanto milhões morrem de fome, outros milhões gastam com
futilidade, enquanto muitos não têm nada, outros têm demais. Isso pode ser
aplicado em qualquer setor, tanto econômico quanto educacional. Exemplos é o
que mais temos. O que mais me indigna é
o desleixo com a educação pública nesse país, enchem a boca, batem no peito
para dizer que as crianças são o futuro dessa Nação, que futuro teremos com
essa educação medíocre que nos é oferecida?
Acredito eu, que muitas coisas
devem ser mudadas, começando pelas redes de ensino público. O que deve mudar
também é a valorização do professor, esse deve ser respeitado e admirado, pois
escolheu uma das carreiras mais nobres que tem, ser um professor e tão digno
quanto ser um médico, enquanto o segundo salva vidas o primeiro salva uma
nação, o professor é responsável por ensinar, por passar adiante os seus
conhecimentos, nada mais Justo do que ter o merecido reconhecimento.
Patrícia Ferreira.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
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