domingo, 14 de abril de 2013

Ser criança! Ah que maravilha! Sem preocupações, sem responsabilidade, só diversão!
Quando se é criança a maior das preocupações é não perder o desenho preferido.
Quem nunca levantou cedo só para assistir desenhos?
Ou esperava ansioso pra chegar sexta-feira para poder brincar por mais tempo com os colegas, detalhe: perguntando todos os dias se amanha já era sexta.
É, realmente ser criança é muito bom.  Pique pega, pique esconde, pique cola, pique bandeira e muitos outros piques. Coelhinho sai da toca, queimado, meus pintinhos venham cá, abobrinha, bambolê, pular corda e elástico, são inúmeras brincadeiras. As horas passavam e ninguém via.
E as musiquinhas?
Escravos de jó, ciranda cirandinha, Saigon (ou baigon, cada um cantava de um jeito mesmo) barata com sabão, e quem nunca  roubou pão na casa do João? Essa era um clássico.
Tartarugas ninja, Tom e Jerry, Hamtaro, Doug, Pokemon, pica-pau, três espiãs de mais, Dragon boll Z, scoby doo, Teletubbies e quem se lembram da celebre frase: É o mundo foi salvo graças as meninas super poderosas?  Tem como esquecer? Os ursinhos carinhosos, os smurfs ... era desenho e mais desenho.
E as festinhas da escola? Nas datas comemorativas como a pascoa, dia do índio e dia das crianças, sempre voltávamos com o rosto pintado e tínhamos o orgulho de esperar o papai chegar do trabalho para que ele pudesse ver a nossa obra de arte.
O recreio virava uma viagem, íamos para todos os lugares que a nossa imaginação permitia. Transformávamo-nos em professores, em atores, bailarinas, astronautas, até que o sinal tocava e voltávamos do nosso mundo de fantasias, porém ainda éramos crianças e nada nos impedia de sonhar.
Pois é, a infância acabou e chagaram as responsabilidades, mas vamos olhar para essa nova estrada ainda com um olhar de criança, olhar de desbravador e sejamos adultos com ALMA de criança.

Pica- pau, Tartarugas ninjas, The flintstones Doug, Rei Leão e Looney tunes







Patrícia Ferreira

quinta-feira, 7 de março de 2013

sábado, 8 de dezembro de 2012

Um tempinho sem postar nada (na verdade um tempão) mas tive que postar esse texto!

O medo do Amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.                                                                                      Martha Medeiro


sábado, 23 de junho de 2012

We can change the world!

É por isso que eu volto a dizer que  precisamos de mudanças no sistema de educação. Só com uma melhor educação poderemos mudar o mundo!

Oi, prazer sou a Educação!




                                                         ...

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Precisamos de mudanças!


      Realmente esse mundo não é um mundo justo, enquanto milhões morrem de fome, outros milhões gastam com futilidade, enquanto muitos não têm nada, outros têm demais. Isso pode ser aplicado em qualquer setor, tanto econômico quanto educacional. Exemplos é o que mais temos.  O que mais me indigna é o desleixo com a educação pública nesse país, enchem a boca, batem no peito para dizer que as crianças são o futuro dessa Nação, que futuro teremos com essa educação medíocre que nos é oferecida? 
       Acredito eu, que muitas coisas devem ser mudadas, começando pelas redes de ensino público. O que deve mudar também é a valorização do professor, esse deve ser respeitado e admirado, pois escolheu uma das carreiras mais nobres que tem, ser um professor e tão digno quanto ser um médico, enquanto o segundo salva vidas o primeiro salva uma nação, o professor é responsável por ensinar, por passar adiante os seus conhecimentos, nada mais Justo do que ter o merecido reconhecimento.
                                        
                                             Patrícia Ferreira.